Tá difícil… se livrar do ParPerfeito

parperfeito

Yara, do Rio de Janeiro/RJ, mostra como a relação entre um site e seu usuário pode se tornar possessiva:

O  Parperfeito é um site de encontros entre pessoas. A renovação da assinatura é automática (claro, sem aviso prévio que dê tempo hábil para você cancelar a renovação!).

Se você pede pra cancelar antes dos 6 meses de renovação, isto não é possível! Ao final dos 6 meses, você clica para fazer o cancelamento (uns 3853 passos… mais ou menos) e ao final um alerta te informa que você ainda não efetivou o cancelamento e, para evitar que estranhos cancelem sua assinatura, um e-mail será enviado com um link que você deverá clicar para, aí sim, concluir o cancelamento.

Mas… o e-mail não chega nunca! E quando você retorna ao site, há um link já preparado para isso (como estão prevenidos!!!) te informando que pode ser que seu provedor não permita a mensagem chegar por considerá-la SPAM!!!

Curioso, o meu provedor é o mesmo que recebe todas as mensagens do site, mas deve saber que justo essa mensagem é de cancelamento e, só por solidariedade ao Parperfeito, recusa a mensagem… e assim a assinatura é renovada automaticamente mais uma vez e tudo continua…

Tá difícil ficar livre do par perfeito!!!   Par??? Perfeito???

Tá difícil… achar um livro no site da Siciliano

Siciliano 

Mário, de Porto Alegre, reclama dos pop-ups difíceis de fechar e dos nomes errados, que tornam difícil  procurar um livro no site da Siciliano:

O que é esse pop-up que atrapalha e não tem como fechar, além de ficar bem em cima dos produtos?

Também há livros onde o nome do autor está errado. Por exemplo: procurei vária vezes por um livro do Ismail Kadare, na busca por autor não aparecia o livro. Pois eles colocaram o nome do autor de Ismael Kadaré. Isso é incompetência ou é falta de pessoal qualificado mesmo. “Herrar é umano”, mas o site exagera ao escrever ‘herrado’ os nomes de grandes autores.

Tá difícil… falar com o SPTrans

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William, de São Paulo/SP, mostra como um “Fale Conosco” criado para ser um meio para a empresa ouvir o seu usuário pode se transformar em uma barreira entre eles:

Tentei mandar uma sugestão para o SPTtrans, um sistema para carregar o bilhete único como se fosse a recarga de celular, nos caixas eletrônicos, ou comprar um cartão nas bancas de jornais. Fazer uma simples sugestão para melhorar o sistema foi um transtorno enorme.

Primeiro cliquei em “fale conosco”, abriu uma tela dando boas vindas ao SAC e dizendo que meu contato é muito importante para o SPTrans etc. Depois fui obrigado a me cadastrar, pois sem isso não é possível fazer nada. Feito o cadastro, digitei usuário e senha e abriu outra tela onde tive que escolher um assunto. Como não tinha “Sugestão”, escolhi “outros”. Em seguida, outra tela solicitando o tipo de solicitação, escolhi “sugestões”. Se já não bastasse tudo isso, na próxima tela tive que preencher dados como local da ocorrência, número, referência, data, hora, cargo, linha, tipo de letreiro, ida/volta, sentido, prefixo, placa do veículo, terminal, corredor etc. Só depois de tudo isso foi possível fazer uma simples sugestão.

Sem contar que, depois disso, por três vezes tentei ligar no famoso “156” e, depois de ouvir as gravações, fiquei pendurado na ligação até que por duas vezes caiu a ligação. Na terceira… bom, achei melhor desistir.
 
Agora pergunto uma coisa: será que para fazer uma simples sugestão tenho que fazer um relatório? Só faltou perguntar a cor da roupa, dos olhos, do cabelo, cor da pele, etc… Pra que tudo isso?

Tá difícil… encerrar a sessão ou a conta?

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Rafael, de Curitiba/PR,  mostra no site da Itaú Corretora como é importante considerar o negócio, o público-alvo e a experiência do usuário do site na hora de escrever uma instrução: 

Olha a imagem aí em cima. Me diga agora como uma pessoa que pela primeira vez entra nessa tela, e é meio inexperiente com computadores, vai pensar:

“- NÃO! Eu só quero sair! Não quero encerrar minha conta!”

Tá difícil… site da GE desatualizado

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Maria Alice, de São Paulo/SP, não sentiu confiança no site da GE ao ver uma informação velha na home:

Fui no site da GE para buscar uma informação sobre uma máquina de lavar que quero comprar. A primeira impressão foi péssima: em pleno Dia dos Namorados, 12 de junho, uma imagem enorme destacava o Dia das Mães, que já foi há um mês. Na hora pensei: será que esse site é antigo?

Tá difícil… notícia falsa do Pallas no Estadão

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José, de S. Paulo, reclama que um site de notícias não pode misturar ao seu conteúdo uma notícia falsa: 

Logo que ligo o micro toda manhã, entro no site do Estadão para dar uma olhada nas notícias. Hoje, chamava a atenção uma imagem de asteróide com a manchete “Asteroide Pallas pode se chocar com a Terra”. Cliquei para ler e veio a notícia, em um link de um site de astronomia, que astrônomos haviam descoberto que o asteróide tinha sofrido uma mudança em sua trajetória e que estava em rota de colisão com Terra, o que deveria ocorrer na primeira quinzena de julho. Com o tamanho do asteróide, trajetória e tudo. Desconfiei, fui pesquisar no Google e descobri que se trata apenas de um “marketing de guerrilha” para o lançamento de um carro novo com esse nome. Aí vi o “Publicidade” bem pequeno na imagem da home. E já tem outros sites espalhando a notícia, como notícia mesmo… 

Talvez o fabricante do carro alcance seu objetivo. Mas o Estadão pisou na bola. Um site de notícias não pode divulgar uma notícia falsa, mesmo que seja pago para isso.

Tá difícil… “escanear” a news do Globo

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Hugo, de Aracaju/SE, mandou uma newsletter que ele recebe por e-mail do jornal O Globo explicando que é difícil dar aquela passada rápida pelas notícias, como se estivesse “escaneando” com os olhos:

Esse problema é comum nas newsletters de O Globo. Observe, por exemplo, que não há separação entre as chamadas “Consórcio de bancos que inclui Santander oferece …” e “Plano Bresser: prazo termina amanhã”. Elas aparecem misturadas, o que dificulta a leitura rápida das manchetes.

Tá difícil… falar com o Citibank

Onde está o fale conosco? 

Luana, de São Paulo/SP, é cliente do Citibank mas não consegue ser atendida pelo banco:

Liguei para o telefone que se encontra no verso do meu cartão de crédito para solicitar uma informação mas a atendente se recusou a me atender, pois segundo ela, poderia conversar apenas com o titular do cartão (meu marido). O interessante é que o nome que está impresso no cartão é o meu e a conta que temos no banco em questão é conjunta.

Liguei novamente, desta vez decidida a cancelar o cartão e uma nova atendente, grosseiramente, disse que eu deveria pedir ao meu marido que ligasse, pois ela não poderia me atender. Pois é, vc é responsável o bastante para “ganhar” um cartão de crédito do banco e efetuar vááárias despesas nele, mas não é responsável o suficiente para merecer a atenção de uma atendente de call center. Veja se em pleno século XXI uma mulher precisa pedir ao marido que faça uma ligação para pedir uma informação para ela.

Mas o pior foi ter dito que queria fazer uma reclamação e ter escutado da atendente que nem isso eu poderia fazer, que para tal teria que acessar o site e enviar uma mensagem para o fale conosco. Como estava conectada, entrei no site e não consegui achar o “Fale conosco”. Perguntei então a ela em que parte do site o encontraria e ela me disse que “não sabia”, pois não conhecia o site. Bom, acabei encontrando e mandei o email…recebi um email automático dizendo que em breve entrariam em contato comigo… Tô aqui, esperando (sentada, pra não cansar) até agora.

Tá difícil… resgatar pontos do American Express

Amex Rewards 

Suzana, de São Paulo/SP, fala da dificuldade para acessar o programa de pontos do cartão American Express. No site há uma lista de produtos que não bate com a que vem no catálogo impresso:

Meu pai tem um cartão American Express e eu já tentei várias vezes, sem sucesso, resgatar os pontos que ele acumulou em produtos, dentro do programa “Rewards” oferecido pelo cartão.

As dificuldades são várias. Primeiro que os produtos que vem no catálogo impresso não aparecem no site – o site está sempre desatualizado. Não dá para fazer pelo site, então sou obrigada a fazer pelo telefone. Depois daqueles menus intermináveis, quando você consegue chegar à opção para digitar o código do pedido, vem a atendente que invariavelmente diz que estão sem sistema. Assim fica difícil!