Tá difícil… secar o rosto

                                maq secar

Alice, de São Paulo/SP, reclama da falta de toalhas de papel em banheiros de uso público:

Lavei o rosto e… cadê o papel? Olho em volta e só vejo aquelas terríveis máquinas de secar as mãos. Como eu faço? Ah, peguei papel higiênico mesmo. Grudou tudo, desmanchou, fez a maior meleca… mas não tive outra saída.

Não entendo. Essas máquinas não facilitam nada. Só servem para as mãos, não secam direito, gastam energia elétrica e ainda devem aumentar absurdamente o consumo de papel higiênico nos banheiros públicos, porque as pessoas atacam o único papel que existe ali. Sem falar no desconforto e irritação das pessoas.

Eu quero papel toalha nos banheiros!

Tá difícil… como abre?

     pressione

Joana, de São Paulo/SP, mandou a foto de uma torneira que não funciona como se esperava que ela funcionasse, e a instrução colada na pia não ajuda muito:

As torneiras de banheiros de uso público estão ficando cada vez mais modernas e mais frustrantes. Eu já me acostumei com aquelas que você aperta e espera a água sair… depois ela fecha sozinha. Normalmente, eu aperto e fico apertando um pouco para que ela fique um pouco mais de tempo aberta, porque tem umas que se você não fizer isso, fica com a mão cheia de sabão e ela já fecha.

Outro dia topei com uma que tem o mesmo formato dessas. Apertei e fiquei apertando, esperando a água sair, como eu sempre faço. Nada. Apertei mais forte, e nada. Olhei o adesivo na pia que diz: “Pressione”. Mas eu estava pressionando!

Na verdade, só sai água quando você aperta e solta rápido. Se demorar um pouco no apertar, já não sai nada. A torneira é do mesmo tipo das outras mas não funciona como as outras, o que já é uma chateação. Agora, já que a torneira vem com um adesivo para explicar como ela funciona, que pelo menos a instrução fosse correta, ou seja: “Pressione e solte”.

Tá difícil… ser criança

leite    polly bindeez     barbie 

Lila, de Curitiba/PR, mandou para o blog um comentário sobre as recentes descobertas de leite contaminado com soda cáustica e brinquedos defeituosos – uns soltam peças e ímãs (Mattel), outros contém substâncias tóxicas (Bindeez e Mattel) – e colocam em risco a vida dos pequenos:

Não dá mais para beber leite nem brincar com brinquedos alegremente, sem preocupação. Tá difícil ser criança!

Tá difícil… ler as informações do táxi

Informações ao usuário 

Lucia, de São Paulo/SP, mostra a dificuldade para se ler as “Informações ao Usuário” nos táxis de São Paulo: 

Tá difícil ler as informações ao usuário nos táxis de São Paulo. Além das letras minúsculas, que desafiam os maiores de 40 anos, o papel é tão fino que fica mais fácil ler o outro lado…

Pior que isso só descobrir que você tem que pagar mais 50% da corrida só porque atravessou a fronteira do município…

Tá difícil… abrir a mostarda Arisco

Mostarda Arisco 

Fernando, de São José dos Campos/SP, mostra como é difícil conseguir usar uma mostarda Arisco pela primeira vez:

Que lacre mais impossível de retirar! Depois que você tira a tampa, tem que retirar aquele lacre plástico que veda o tubo… mas de que jeito?

Ele até vem com certas “guias”, mas nem dente abre aquele negócio… O jeito é enfiar a faca no lacre e desajeitadamente rasgá-lo. Fora a sujeira…

Tá difícil… tirar o plástico da lasanha Perdigão

lasanha Perdigão 

Hugo, de Aracaju/SE, relata uma dificuldade com a embalagem das lasanhas da Perdigão: 

As lasanhas da Perdigão (linha Toque de Sabor) têm uma fina película transparente que deve retirada antes de ser levada ao forno. Quando prato está congelado fica difícil retirar completamente essa película, pois ficam fragmentos colados nas bordas.Esse problema não acontece com as lasanhas da Sadia, que usam uma espécie de “papelão” em vez da película.

Tá difícil…achar um banheiro infantil

banheiro

Sabrina, de Brasília/DF, mostra como a maioria dos locais públicos e estabelecimentos comerciais não está preparada para atender às necessidades de pais com crianças pequenas:

Outro dia, meu marido resolveu fazer um dia especial com as crianças, substituindo o parque de sempre por passeios diferentes. Então foram eles, Paula de 3 anos e Fernanda de 10 meses, para o CCBB Brasília – acreditando que o gosto por arte e cultura deve ser estimulado desde cedo.

Bom, apesar de oferecer atrações infantis e um programa educativo, não há banheiro infantil. O jeito foi apelar para a graminha… e para o banco de trás do carro. Xixi feito, fralda trocada, segue o passeio.

Depois, a mais velha escolheu o McDonalds para um almoço divertido. Cardápio infantil, lanche feliz, recreadora… mas banheiro, só de adulto. Por sorte, puderam contar com a graminha outra vez. Molha a formiguinha e segue o passeio.

Para terminar o dia com chave de ouro, lá foram eles para o Cinemark. No início do filme, ar condicionado forte, três ou quatro goles de suco, é hora de banheiro de novo. E desta vez, “não é só para molhar a formiguinha”. Duas crianças, sem a mamãe… faz-se o quê? Enfrenta-se o banheiro masculino, com carrinho e tudo, ou pede-se, encarecidamente, a ajuda de uma estranha com crianças?

Tem que ser lei – empresas e instituições que oferecem produtos para crianças devem oferecer banheiro infantil, fraldário e “banheiro família” para pais com filhos pequenos!

Tá difícil… o canudinho do Toddynho

                         Toddynho 

Danielle, de São Paulo/SP, mostra a dificuldade das crianças pequenas com o canudinho que vem com o produto:

Tenho uma filha pequena, que irá fazer 2 anos este mês. Ela adora toddynho…  e eu também. Porém, sempre que ela está tomando um toddynho, o canudo, que é reto e menor do que a caixinha (na diagonal), cai dentro da mesma…. e fica difícil para ela conseguir terminar…

Ela aprendeu a pedir um “canudo grande” – canudo normal de bar, desses para tomar refrigerante – sempre que pega um toddynho e vamos ajudá-la a inserir o canudinho que o acompanha. Muitos fabricantes de sucos já possuem o canudinho que dobra, facilitando para as crianças e evitando que ele se perda dentro da caixinha…

Tá na hora de melhorar…

Tá difícil… caos aéreo também nos ônibus

Mercedes, editora deste blog, diretamente do caos aéreo em São Paulo, fala sobre o caos instalado agora também do lado de fora do aeroporto de Guarulhos:

Onde estão os ônibus que deveriam levar os passageiros de Guarulhos para Congonhas? Os passageiros vagam de um terminal a outro em busca do ônibus ou de informação e nada. Nenhum cartaz, nenhuma placa de orientação, nada. Depois de subir até o embarque e enfrentar uma batalha para conseguir falar com um funcionário da companhia aérea, vem a informação de que o último ônibus partiu de Guarulhos às 9 da noite, e que vai ter mais um à 1 e meia da manhã.

É meia-noite e os vôos desviados de Congonhas não páram de chegar. Como o último ônibus saiu às 9 da noite? As necessidades dos usuários mudaram e as companhias não mudaram seus procedimentos. Nesse momento, além da passagem aérea, os passageiros precisam também dos ônibus, e as companhias precisam cuidar disso, ou seja, prover ônibus, tabela de horários adequada à chegada dos vôos, placas e cartazes informando a localização dos mesmos etc

Outro problema é que tem alguns ônibus de viagem comuns (não aqueles pintados com as cores e logo das companhias aéreas) estacionados no terminal 1, outros no terminal 2, mas nenhum deles tem aquela placa, que todo ônibus costuma ter, indicando o destino. Tá certo que a confusão é geral, mas colocar um cartaz nos ônibus indicando a companhia aérea, o destino e o horário de saída é uma ação simples e que facilitaria muito a vida dos passageiros que chegam do caos aéreo para o caos em terra.